Dar não é fazer amor. Esse é o título de um texto de Luis Fernando Veríssimo que li num site.
Dias depois recebi o texto por email num daqueles spans que enchem a caixa postal da gente, mas que no fundo agente gosta.
Realmente dar não é fazer amor. Dar é dar. É transar, é sexo, é pele, é emoção, sensação, excitação.
Fazer amor é o pós-sexo. É conversar, é rir, abraçar, dar um cheiro, ouvir música, ver bobagens no computador, compartilhar idéias, rir mais e mais.
Ou somente dormir abraçados. Ou dormir separados, mas pertinho, ouvindo a respiração do outro, encostando a pontinha do pé...
Fazer amor é tudo isso, é tudo que vem antes e depois do sexo.
Sexo é bom, mas dar não é fazer amor.
Ps. – Mesmo que você não se dê conta, nós fizemos e fazemos amor sempre.